| Lançamento de Plano de Banda Larga não agrada empresas privadas | ||
| Até o final de 2010 15 estados brasileiros devem ser contemplados com o Plano Nacional de Banda Larga. Lançado recentemente pelo governo federal deve atender redes de interesse público. A expectativa é baratear o custo e tornam possível a inclusão digital. Ainda assim a ideia ainda gera polêmica entre as empresas privadas. |
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| Por: Lore Marcussi30/3/2011 |
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Para que isso possa acontecer o governo aposta na redução de valores para os pacotes a serem oferecidos. O custo para se ter um plano com velocidade até 512 kbps com limitação de downloads seria de aproximadamente R$15,00. Já a velocidade entre 512 e 784 kbps seria de R$35,00. Hoje o brasileiro paga cerca de R$50,00 para ter uma velocidade de 256 kbps. Hoje apenas 21% dos domicílios possuem acesso a banda larga, ou seja, a cada 100 brasileiros, apenas 5.3 estão conectados através dela A Telebrás – Telecomunicações Brasileiras S.A. estatal será a gestora do plano, devendo implementar a rede de comunicação da administração federal, prestando suporte em banda largas às universidades, escolas, hospitais e outros de interesse público, enquanto isso as empresas privadas, de acordo com o desejo do governo, devem levar o serviço ao usuário final. A Telebrás só deve levar ao usuário final caso as empresas privadas não ofertem participação. De acordo com Eunice Guerra Ministra da Casa Civil o papel da Telebrás não será de substituir ou limitar a iniciativa privada. O custo do plano entre 2010 e 2014 será de aproximadamente R$12,8 bilhões. O objeto do governo é implementar o núcleo principal da rede no Distrito Federal e em mais 15 estados ainda em 2010. A escolha destas regiões é por elas já possuírem anéis de fibra ótica necessário para a implementação da banda larga. O serviço completo de banda larga será oferecido para 100 cidades ainda não definidas. Entre os primeiros estados contemplados estariam Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, além dos estados do litoral como Bahia, Ceará, Sergipe, Alagoas e Pernambuco também deverão ser receber, além do Tocantins. O objetivo é que até 2014 25 estados mais o Distrito Federal estejam cobertos, faltando apenas Roraima que não possui rede de fibra ótica. Mas enquanto o plano não sai, as empresas de Telecom estão estudando uma forma de barrar o plano. Elas afirmam que a Telebrás só poderia funcionar com uma nova lei. De acordo com a Folha de São Paulo, elas foram surpreendidas e planejam recorres à Justiça. A alegação é que perderiam cerca de R$180 milhões investidos no setor. Resta aguardar qual será o próximo capítulo desta empreitada. |
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